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A Brutalidade do Movimento Conjugado


Título en francés : La brutalité du mouvement conjugué
Autor :
Pais, Carla

portugais
Número de páginas : 96
Dimensiones : 130 x 195 x 5 mm
Editorial :
The Poets and Dragons Society

Fecha de publicación : 2026-02
Precio (IVA incluido) :
18,95 €
Ref. :9789899265400

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Descripción

Dans *La brutalité du mouvement conjugué*, Carla Pais écrit à partir de l’enfance, de la maternité et de l’histoire, comme quelqu’un qui traverse une vieille maison : chaque pièce recèle un souvenir, chaque geste renferme une perte, chaque mot résiste à l’effondrement du silence. Organisé en trois parties — Enfance, Maternité et Civilisation réparée —, cet ouvrage construit une poésie d’une intense dimension lyrique et éthique, où le corps féminin, la maison, la terre et la mort s’entremêlent dans un langage empreint d’une grande retenue et d’une grande beauté. L’enfance apparaît ici loin de toute idéalisation ; la maternité est traversée par la perte ; et le monde se révèle comme un territoire fracturé, où la violence s’exerce souvent sans bruit. Avec une diction assurée et profondément sensible, Carla Pais redonne à la poésie son pouvoir de nommer l’indicible. Ces poèmes ne cherchent pas à consoler : ils cherchent à se souvenir. Et c’est dans ce souvenir — dur, intime, lumineux — que le livre trouve sa force.

Em A Brutalidade do Movimento Conjugado, Carla Pais escreve a partir da infância, da maternidade e da história como quem atravessa uma casa antiga: cada divisão guarda uma memória, cada gesto contém uma perda, cada palavra resiste ao colapso do silêncio. Organizado em três cantos — Infância, Maternidade e Civilização Remediada — este livro constrói uma poesia de forte intensidade lírica e ética, onde o corpo feminino, a casa, a terra e a morte se entrelaçam numa linguagem de grande contenção e beleza. A infância surge aqui longe de qualquer idealização; a maternidade é atravessada pela perda; e o mundo revela-se como um território fraturado, onde a violência se exerce muitas vezes sem ruído. Com uma dicção segura e profundamente sensível, Carla Pais devolve à poesia o seu poder de nomear o indizível. Estes poemas não procuram consolar: procuram lembrar. E é nessa lembrança — dura, íntima, luminosa — que o livro encontra a sua força.